Como se estivesse na frente de uma tela de cinema, ele fitava o meu olhar. Não perdia uma cena, ao ver as minhas verdades passarem sem intervalos, para comer pipocas e saborear uma Coca-Cola. Ele não tinha sede nem fome, que não fosse daquele olhar sincero, desnudo e totalmente entregue ao único espectador sedento, para saber tudo que eu guardava por dentro. * Laura M éllo