Viver de saudade. Esse tem sido o meu desafio. Nela mergulho todos os dias. Logo eu, que mal sei nadar. Quando está menos intensa, ela é rio. Quando está imensa, ela é mar. Sou uma tagarela. Mas vou me calar. Mesmo não sendo do meu feitio. Quando a saudade quer se expressar, ela chora sem parar... Hoje, começou cedo o meu desafio. Meus olhos mais parecem, a nascente de um rio. laura méllo